
Portugal inicia esta quarta-feira a sua campanha no Eurobasket’2025, frente à Chéquia, às 12:45h, seguindo-se os confrontos de alta exigência com a Sérvia de Nikola Jokić, a Turquia, a Letónia e a Estónia. A presença do craque português Neemias Queta, que luta pela titularidade nos Boston Celtics, destaca-se, então, numa convocatória que mistura experiência e juventude. Basquetebol português volta ao maior palco – Eurobasket 2025 arranca já amanhã.
O basquetebol português volta, então, a inscrever o seu nome no mapa europeu. Cumpridos 14 anos depois da última presença, a Seleção Nacional de basquetebol regressa ao Eurobasket para a sua quarta participação (depois de 1951, 2007 e 2011), integrando um grupo exigente. Onde estão, então, seleções poderosas como a Sérvia, de Nikola Jokic, a Chéquia, a sempre competitiva Turquia, a Letónia, que tem vindo a ser uma das revelações dos últimos anos, e a Estónia, adversária frente à qual a equipa das quinas encerrará a fase de grupos.
O calendário não dá tréguas: estreia marcada para amanhã, quarta-feira, à hora de almoço, diante da Chéquia, seguindo-se a Sérvia na sexta-feira. Depois, há duelo com a Turquia no sábado, com a Letónia na 2.ª feira e o fecho da fase de grupos acontece na próxima 4.ª feira, dia 3 de setembro, diante da Estónia.

Entre os convocados, sobressai desde logo o nome de Neemias Queta. O poste tem vindo a conquistar o seu espaço na NBA e disputa, atualmente, a titularidade nos Boston Celtics para a temporada 2025/26. A sua presença não só eleva o estatuto da seleção portuguesa como também atrai atenções internacionais para a equipa liderada por Mário Gomes.
Mas Queta não está sozinho. O poste Miguel Queiroz, referência do FC Porto, e o base Diogo Gameiro, figura do SL Benfica, representam a experiência e consistência do basquetebol nacional. Isto num plantel que alia maturidade competitiva com a vontade de se afirmar, por parte de alguns dos nossos jovens talentos.
O desafio é, no entanto, de enorme dimensão. O Eurobasket reúne algumas das maiores estrelas do basquetebol mundial, e a presença de Nikola Jokić, um dos maiores da história da NBA, na equipa sérvia, é apenas um exemplo do patamar competitivo que Portugal terá de enfrentar. Ainda assim, a motivação do grupo português é clara: competir sem receio, valorizar cada jogo e demonstrar que o basquetebol luso pode estar à altura do cenário continental. O regresso, por si só, é já um marco histórico, mas os jogadores e equipa técnica acreditam então que podem escrever mais páginas memoráveis.
O entusiasmo em torno da seleção cresce também fora do campo. A comunidade de adeptos portugueses espalhada pela Europa prepara-se para apoiar a equipa, numa atmosfera que se espera vibrante em cada partida. Para muitos, ver Portugal novamente no Eurobasket é testemunhar um ciclo de trabalho e desenvolvimento que se consolidou ao longo da última década.

A presença de nomes que atuam em clubes de topo e a projeção internacional, sobretudo a alcançada por Neemias Queta, reforçam a ideia de que o basquetebol nacional vive um momento de afirmação. Resta agora transformar essa expetativa em resultados dentro de campo. Num torneio que promete ser inesquecível para Portugal.






