
O Clube Atlético Riachense vive um contexto desportivo delicado. Penúltimo classificado e com a defesa mais batida na 1ª Divisão da AF Santarém, tendo já sofrido 39 golos, o clube optou por trocar de treinador. E a recente entrada de Daniel Kenedy, antigo internacional português, no comando técnico, há apenas duas jornadas, traz outra esperança. Um empate frente ao Entroncamento (14º) e uma derrota pela margem mínima frente ao Torres Novas (3º) deram, então, algum alento a uma equipa que precisa de alcançar uma vitória para elevar os índices anímicos da equipa. A crise do Atlético Riachense é uma realidade mas, tal como diz o ditado, “não há mal que sempre dure”.
A falta de resultados tem condicionado, e muito, a confiança do grupo e dificultado qualquer tentativa de recuperação. Num campeonato competitivo, a fragilidade defensiva tem-se revelado, então, um dos principais obstáculos à inversão do cenário menos positivo.

Quando Kenedy entrou, a equipa vinha, então, de uma série de seis derrotas seguidas, com 15 golos sofridos. E nos dois desafios em que o antigo defesa de Benfica, FC Porto, PSG ou Marítimo, entre outros, a equipa sofreu três golos. Com duas partidas em casa a seguirem-se no calendário, o Clube Atlético Riachense procura reagir já diante dos seus adeptos. Por forma a inverter um ciclo que já se arrasta desde o início da época.






