É longe do United que sou feliz

CraquesCraquesFutebol8 meses atrás154 Visualizações

A lista de dispensados do Manchester United aumenta a cada janela de transferências. O curioso é que há vários jogadores que alcançaram o que se esperava deles nos Red Devils… noutros clubes.

Nas últimas épocas, o número de dispensados do Manchester United é sempre extenso sempre que chega o defeso. À chegada, os craques são vistos como os salvadores de um clube em crise mas, com o decorrer da temporada, o insucesso costuma ser a nota dominante. E boa parte deles acaba por confirmar o seu talento mas… noutras paragens. O lema é claro: É longe do United que sou feliz.

Há diversos casos de futebolistas que custaram milhões aos cofres dos red devils mas que depois não corresponderam às expetativas. Contudo, trocaram de clube e conseguiram mostrar todo o talento que lhes era apontado quando chegaram a Old Trafford.

Os casos mais conhecidos

Scott McTominay (Nápoles)

Transformou-se no novo Rei de Nápoles. O médio escocês, que saiu por 30 milhões de euros, tornou-se peça fundamental no meio-campo do Nápoles de Antonio Conte, contribuindo para a conquista do quarto scudetto napolitano com 12 golos e 4 assistências. Ganhou o prémio de MVP da Série A e ‘eternizou-se’ no Estádio Diego Maradona com um golo acrobático e decisivo contra o Cagliari.

Antony (Betis)

Adquirido ao Ajax por 100 milhões de euros, o extremo, que é já considerado um dos piores investimentos da história do United, renasceu no Real Bétis, clube ao qual foi emprestado. Antony tem sido, então, decisivo na Liga Conferência com 4 golos e 4 assistências, levando o clube à grande final contra o Chelsea, que se disputa amanhã. Na La Liga, contribuiu com 5 golos em 17 jogos.

Anthony Elanga (Nottingham Forest)

Vendido ao Nottingham Forest por 17 milhões, tornou-se peça-chave na equipa de Nuno Espírito Santo que garantiu o regresso às competições europeias 29 anos depois. Marcou um golo memorável contra o próprio United, numa exibição que evidenciou, então, o seu valor. Esta temporada somou 6 golos e 11 assistências, tendo participado em todas as 38 jornadas.

Dean Henderson (Crystal Palace)

Encontrou no Crystal Palace o palco ideal para brilhar. Após várias cedências, o guarda-redes inglês transferiu-se, então, por 17 milhões de euros e tornou-se herói na conquista da FA Cup, com defesas decisivas, incluindo uma grande penalidade, na final, contra o Manchester City. Na próxima época, disputará a Liga Europa, naquela que será a estreia oficial dos Eagles na competição.

Álvaro Carreras (Benfica)

Foi um dos jogadores em maior destaque na época do Benfica, ao ponto de ter despertado a cobiça do Real Madrid, devendo rumar ao gigante espanhol neste verão. O lateral-esquerdo, vendido por apenas 6 milhões, tem uma cláusula de recompra de 18 milhões que o United pode acionar, mas não faz parte dos planos de Amorim. A temporada 2024/25 foi, então, a melhor de Carreras, tanto em números como em exibições. O lateral cumpriu, esta época, 50 jogos pelo Benfica.

Mason Greenwood (Marselha)

Após um empréstimo ao Getafe, o avançado inglês encontrou no Marselha o espaço ideal para recuperar a carreira. Revelou-se peça fundamental da equipa de De Zerbi e foi, então, um dos melhores marcadores da Ligue 1, com 21 golos. Nas últimas duas temporadas, Greenwood recuperou a sua carreira ao cumprir mais de 70 jogos, nos quais fez 32 golos e 12 assistências.

De Gea (Fiorentina)

O guarda-redes espanhol decidiu cumprir um ano sabático após terminar contrato com o Manchester United. Mas o apelo de jogar foi mais forte: voltou para assinar pela Fiorentina, onde recupera gradualmente o seu melhor nível. Já foi, várias vezes, eleito o melhor em campo. Esta temporada cumpriu 42 jogos. E, aos 34 anos, despertou cobiça: o Monaco quer levá-lo para França.

A gestão do plantel do Manchester United continua, então, a ser alvo de críticas e só mesmo o médio internacional português Bruno Fernandes se mostra, segundo a imprensa inglesa, como o único investimento verdadeiramente bem-sucedido dos últimos anos. Enquanto isso, os talentos desperdiçados brilham por toda a Europa. O lema é claro: É longe do United que sou feliz.

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