A Assembleia Geral do Benfica ficou marcada por tentativas de agressão e ânimos exaltados após Luís Filipe Vieira, candidato à presidência das águias, ter sido impedido de falar aos sócios.
Foi uma manhã atribulada no Benfica. Decorria a Assembleia Geral Ordinária, de apreciação e votação do relatório de gestão e das contas do exercício de 2024/25, quando os ânimos se exaltaram. Luís Filipe Vieira, candidato à presidência das águias, preparava-se para discursar aos sócios quando várias pessoas saíram do pavilhão nº2 da Luz e outros entoaram o hino do clube.
A AG foi, então, suspensa pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral José Pereira da Costa e o ambiente aqueceu. Os vários candidatos à presidência das águias reuniram-se e Vieira também se aproximou, juntamente com seguranças pessoais, o que gerou confusão.
Houve insultos a Vieira, e imagens mostram um grande ajuntamento de pessoas, com empurrões, ameaças e tentativas de agressão, especialmente a João Noronha Lopes, também candidato à presidência dos encarnados.
Após a suspensão da AG, Vieira disse, aos jornalistas, que tudo foi motivado por um grupo de adeptos. “Isto vem do passado, há aqui um grupo, que tem a ver com o movimento Servir o Benfica, onde estão o Benitez e o João Manteigas. Estavam a acordar e desafiaram outros para saírem da sala quando fosse falar. Mas vamos falar, calma. Eles têm de ouvir”.
A partir das 14h30, a reunião foi retomada, com pedidos de Rui Costa, presidente do Benfica, a pedir uma discussão calma. Luís Filipe Vieira conseguiu pronunciar-se aos sócios, dizendo que “o que se passou não retrata o Benfica”.

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