
O Dr. Magalhães Pessoa, imponente casa de sonhos, foi também atingido, deixando marcas difíceis de apagar.
No entanto, algo que já vimos mais do que uma vez no Magalhães Pessoa, é que ninguém desiste.
Hoje, os treinos são outros. Onde antes havia bola, agora há vassouras. Onde antes se calçavam chuteiras, agora pegam-se em pás. Atletas, dirigentes e staff trocaram o jogo no relvado pela sua reconstrução.
Não há exercícios táticos nem bolas paradas – há trabalho coletivo, lágrimas e um profundo sentido de pertença. Mas uma coisa é certa: o objetivo mantém-se o mesmo de sempre – vencer.
Hoje, com jornadas ainda por disputar, não esquecemos o trajeto do União de Leiria feminino, que, ao fim de 10 jornadas, ocupa o 2.º lugar do Campeonato Nacional da III Divisão, com uma campanha bastante sólida: 7 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota, num registo de 33 golos marcados e 11 sofridos.
Que a pausa seja curta, porque Leiria não joga sozinha. O jogo de hoje é outro , mas há algo que o futebol — e Leiria — nos têm mostrado: há sempre resistência, união, identidade e reconstrução.






